Isto das fotografias digitais é muito giro, muito prático, mas eu ainda gosto muito de ver fotografias em albuns e não só em ecrãs de computador,Tv's, tablets, telefones ou em qualquer outro gadget.
Continuo a gostar de organizar os albuns por datas, onde escrevo um comentário sobre cada fotografia, cada momento.
E como ando sempre com a máquina atrás...nada me escapa...
No final de cada ano, mando imprimir as fotografias desse mesmo ano.Faço uma selecção dos momentos importantes e depois organizo-os no album.
Tenho uma estante que já está a "rebentar pelas costuras"...tenho os albuns todos dos meus pais, meus em bebe, das minhas filhas, de viagens e os albuns anuais...
São diários, que guardam memórias... recordações...
Deixo aqui alguns dos momentos do meu Album de 2012.
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11 janeiro 2013
10 janeiro 2013
Quando se perde as chaves do carro...
Ontem, ia pronta para sair com o meu carro, pego na carteira para tirar as chaves e...não estavam lá....
Comecei a pensar onde poderiam estar..porque o guardar das chaves na carteira já é um gesto automático, quando chego a casa.
Fiz um "rewind", e a última vez que tinhamos usado o meu carro, tinha sido no Domingo e quem o conduziu foi o meu marido.
Liguei-lhe e perguntei-lhe o que é que ele tinha feito às chaves...ele também não fazia ideia...porque também tem o "gesto automático" de guardar as chaves quando usa o meu carro na minha carteira, para que eu(sempre com pressa) não tenha que andar à procura delas.
Virei a casa ao contrário, procurei perto da minha carteira, noutras carteiras(não fosse o meu marido guardá-las na carteira errada), na entrada, debaixo dos sofás, debaixo do carro e desisti...peguei na chave suplente, procurei dentro do carro e nada... e lá fui fazer o que tinha a fazer.
Ao chegar a casa, continuei a minha busca, já com a ajuda das minhas filhas.
Voltei a ligar ao meu marido a perguntar que casaco e calças é que ele tinha no domingo para irmos procurar nos bolsos...claro que não se lembrava..procurámos em todo o roupeiro..até que se fez luz!
Naquele dia tinhamos tirado uma fotografia todos com o meu telefone!E deu para ver o que ele tinha vestido, procurei que nem uma louca em todos os bolsos dessa roupa, mas nada..
O meu marido chegou e também ele virou roupa e casa do avesso.Mas nada de chaves.
Voltei a ver a nossa fotografia e sem qualquer esperança porque nunca guardo chaves nos bolsos, fui reparar que casaco é que tinha vestido, e fui ver aos bolsos.
A chave estava lá!
Ia sendo "espancada" pelo resto da familia...
Conclusão:
Sem fotos a cabeça já não se lembra do que tinhamos vestido ontem, quanto mais há dois dias.
E que às vezes os hábitos, não são assim tão automáticos...naquele dia em vez de guardar as chaves na carteira como faço sempre, decidi guardar no bolso.Vá-se lá saber porquê.
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Comecei a pensar onde poderiam estar..porque o guardar das chaves na carteira já é um gesto automático, quando chego a casa.
Fiz um "rewind", e a última vez que tinhamos usado o meu carro, tinha sido no Domingo e quem o conduziu foi o meu marido.
Liguei-lhe e perguntei-lhe o que é que ele tinha feito às chaves...ele também não fazia ideia...porque também tem o "gesto automático" de guardar as chaves quando usa o meu carro na minha carteira, para que eu(sempre com pressa) não tenha que andar à procura delas.
Virei a casa ao contrário, procurei perto da minha carteira, noutras carteiras(não fosse o meu marido guardá-las na carteira errada), na entrada, debaixo dos sofás, debaixo do carro e desisti...peguei na chave suplente, procurei dentro do carro e nada... e lá fui fazer o que tinha a fazer.
Ao chegar a casa, continuei a minha busca, já com a ajuda das minhas filhas.
Voltei a ligar ao meu marido a perguntar que casaco e calças é que ele tinha no domingo para irmos procurar nos bolsos...claro que não se lembrava..procurámos em todo o roupeiro..até que se fez luz!
Naquele dia tinhamos tirado uma fotografia todos com o meu telefone!E deu para ver o que ele tinha vestido, procurei que nem uma louca em todos os bolsos dessa roupa, mas nada..
O meu marido chegou e também ele virou roupa e casa do avesso.Mas nada de chaves.
Voltei a ver a nossa fotografia e sem qualquer esperança porque nunca guardo chaves nos bolsos, fui reparar que casaco é que tinha vestido, e fui ver aos bolsos.
A chave estava lá!
Ia sendo "espancada" pelo resto da familia...
Conclusão:
Sem fotos a cabeça já não se lembra do que tinhamos vestido ontem, quanto mais há dois dias.
E que às vezes os hábitos, não são assim tão automáticos...naquele dia em vez de guardar as chaves na carteira como faço sempre, decidi guardar no bolso.Vá-se lá saber porquê.
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08 janeiro 2013
So...So Proud....Avaliações do 1º Periodo
E hoje recebi a última das 3 avaliações deste primeiro periodo.
E sabem o que me apeteceu fazer?Gritar!Dançar!Cantar!Rir!Chorar!
São 3, e por mais que saiba as notas que vão tendo nos testes, o seu desenvolvimento, comportamento, etc, não há nada como ouvir da boca dos professores, ler na folha de avaliação.
De todas ouvi o melhor possivel.A todos os niveis.Não ouvi uma palavra negativa, não ouvi que precisavam de melhorar.
Conselho igual dos respectivos professores para cada uma:Continuem assim.São fantásticas.Que todos fossem Mónicas, Veras e Joanas.
E o que é que uma mãe faz quando ouve isto?Sente-se invadida por um orgulho e uma felicidade únicos.Sente-se abençoada e cheia de vontade de as abraçar e de as apertar.
As primeiras notas que recebi foi da Vera, ela estava comigo por isso não se livrou dos gritos que lhe dei ao ouvido, da vergonha de começar a dançar no meio da rua com ela ao colo e de me cairem as lágrimas no café, quando fomos lanchar, enquanto lia a avaliação.
A segunda foi a Mónica, que não estava comigo, estava com o Pai e mal sai do colégio dela, liguei-lhe, estavam as 3 no carro em alta voz, acho que gritei durante alguns minutos, também cantei os parabéns e "exigi-lhe" que viesse para casa imediatamente que eu a queria devorar com mimos.
Hoje foi a vez da Joana, toda contente entregou-me o papel quando chegou a casa e disse:São as minhas notas mãe.Veja se são boas.Com a responsabilidade e seriedade na cara de uma aluna de 4 anos, que naquele momento parecia universitária.
As lágrimas foram escorrendo e ela pediu para eu ler em alto, ia olhando para ela e para o sorriso dela, para a expressão e sorriso de orgulho das irmãs que também estavam a ouvir.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII(tentem imaginar o som do grito que dei quando acabei de ler).
Agarrei nela, levantei-a, apertei-a, disse-lhe que estava contente demais que era linda!
Depois dei um abraço às 3 ao mesmo tempo e disse-lhes que era a mãe mais orgulhosa do mundo e que estava a explodir com vontade de ir para a rua gritar de felicidade.
Elas não me deixaram sair...e eu vim "gritar" neste post.
As minhas pequenas grandes Alunas!!!So Proud!So Happy!
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E sabem o que me apeteceu fazer?Gritar!Dançar!Cantar!Rir!Chorar!
São 3, e por mais que saiba as notas que vão tendo nos testes, o seu desenvolvimento, comportamento, etc, não há nada como ouvir da boca dos professores, ler na folha de avaliação.
De todas ouvi o melhor possivel.A todos os niveis.Não ouvi uma palavra negativa, não ouvi que precisavam de melhorar.
Conselho igual dos respectivos professores para cada uma:Continuem assim.São fantásticas.Que todos fossem Mónicas, Veras e Joanas.
E o que é que uma mãe faz quando ouve isto?Sente-se invadida por um orgulho e uma felicidade únicos.Sente-se abençoada e cheia de vontade de as abraçar e de as apertar.
As primeiras notas que recebi foi da Vera, ela estava comigo por isso não se livrou dos gritos que lhe dei ao ouvido, da vergonha de começar a dançar no meio da rua com ela ao colo e de me cairem as lágrimas no café, quando fomos lanchar, enquanto lia a avaliação.
A segunda foi a Mónica, que não estava comigo, estava com o Pai e mal sai do colégio dela, liguei-lhe, estavam as 3 no carro em alta voz, acho que gritei durante alguns minutos, também cantei os parabéns e "exigi-lhe" que viesse para casa imediatamente que eu a queria devorar com mimos.
Hoje foi a vez da Joana, toda contente entregou-me o papel quando chegou a casa e disse:São as minhas notas mãe.Veja se são boas.Com a responsabilidade e seriedade na cara de uma aluna de 4 anos, que naquele momento parecia universitária.
As lágrimas foram escorrendo e ela pediu para eu ler em alto, ia olhando para ela e para o sorriso dela, para a expressão e sorriso de orgulho das irmãs que também estavam a ouvir.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII(tentem imaginar o som do grito que dei quando acabei de ler).
Agarrei nela, levantei-a, apertei-a, disse-lhe que estava contente demais que era linda!
Depois dei um abraço às 3 ao mesmo tempo e disse-lhes que era a mãe mais orgulhosa do mundo e que estava a explodir com vontade de ir para a rua gritar de felicidade.
Elas não me deixaram sair...e eu vim "gritar" neste post.
As minhas pequenas grandes Alunas!!!So Proud!So Happy!
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07 janeiro 2013
TAKEN -"que murro no estômago"...
Eu e o meu marido decidimos alugar o filme Taken.
É um excelente filme, com uma realização maravilhosa, com um actor(Liam Neeson) de se lhe tirar o chapéu, mas com um argumento que mexeu muito connosco.
Por sermos pais de 3 filhas.
Quando o filme acabou, podiamos virar-nos um para o outro e falarmos de outra coisa qualquer, depois do comentário:"ainda bem que isto era só um filme".
Pois é, era só um filme, mas com uma história que infelizmente pode ser bem real.Com uma mensagem de coisas que infelizmente acontecem por esse mundo fora.
Ficámos a conversar sobre o tema que nos incomodou e não nos saiu da cabeça durante algum tempo.
Eu fui logo pesquisar nos meus albuns de fotos, com que idade é que tinha feito a primeira viagem sozinha com amigas.
O meu marido começou a pensar em como é que vamos lidar quando elas nos pedirem para irem viajar com amigas.
Lembrei-me dos conselhos que o meu Pai me dava.
O meu Pai antes de me dizer o que quer que seja pintava sempre o cenário mais negativo que podia acontecer, lembro-me de na altura achar exagero e de até achar cómica a maneira como o meu Pai explicava o que podia acontecer(na minha primeira vista de estudo, antes de me dizer o que quer que seja disse-me:No autocarro se acontecer alguma coisa, um desastre, incêndio, parte logo a janela e foge!) , mas o que é certo é que ficava a pensar nisso.
Acabava por ser mais cuidadosa que o resto das minhas amigas e não facilitava.Porque se os conselhos que o meu Pai me dava eram para assustar, resultavam mesmo e eu jogava pelo seguro.
Os meus Pais sempre me disseram que o importante é ter personalidade e pensar pela nossa própria cabeça.Mesmo que toos os nossos amigos pensem o contrário, mesmo que sejamos acusadas de desmancha prazeres.
Isso é uma das coisas que quero sempre passar às minhas filhas.
É que há muitas alturas que é importante, às vezes até decisivo saber dizer que não, mesmo que todos os outros digam que sim.
E se imaginar o pior cenário vai assustar as nossas filhas e fazê-las sempre pensarem duas vezes antes de fazer alguma coisa, então é isso que vamos fazer!
Neste filme as raparigas facilitaram.E aconteceu o pior.
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É um excelente filme, com uma realização maravilhosa, com um actor(Liam Neeson) de se lhe tirar o chapéu, mas com um argumento que mexeu muito connosco.
Por sermos pais de 3 filhas.
Quando o filme acabou, podiamos virar-nos um para o outro e falarmos de outra coisa qualquer, depois do comentário:"ainda bem que isto era só um filme".
Pois é, era só um filme, mas com uma história que infelizmente pode ser bem real.Com uma mensagem de coisas que infelizmente acontecem por esse mundo fora.
Ficámos a conversar sobre o tema que nos incomodou e não nos saiu da cabeça durante algum tempo.
Eu fui logo pesquisar nos meus albuns de fotos, com que idade é que tinha feito a primeira viagem sozinha com amigas.
O meu marido começou a pensar em como é que vamos lidar quando elas nos pedirem para irem viajar com amigas.
Lembrei-me dos conselhos que o meu Pai me dava.
O meu Pai antes de me dizer o que quer que seja pintava sempre o cenário mais negativo que podia acontecer, lembro-me de na altura achar exagero e de até achar cómica a maneira como o meu Pai explicava o que podia acontecer(na minha primeira vista de estudo, antes de me dizer o que quer que seja disse-me:No autocarro se acontecer alguma coisa, um desastre, incêndio, parte logo a janela e foge!) , mas o que é certo é que ficava a pensar nisso.
Acabava por ser mais cuidadosa que o resto das minhas amigas e não facilitava.Porque se os conselhos que o meu Pai me dava eram para assustar, resultavam mesmo e eu jogava pelo seguro.
Os meus Pais sempre me disseram que o importante é ter personalidade e pensar pela nossa própria cabeça.Mesmo que toos os nossos amigos pensem o contrário, mesmo que sejamos acusadas de desmancha prazeres.
Isso é uma das coisas que quero sempre passar às minhas filhas.
É que há muitas alturas que é importante, às vezes até decisivo saber dizer que não, mesmo que todos os outros digam que sim.
E se imaginar o pior cenário vai assustar as nossas filhas e fazê-las sempre pensarem duas vezes antes de fazer alguma coisa, então é isso que vamos fazer!
Neste filme as raparigas facilitaram.E aconteceu o pior.
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04 janeiro 2013
Sou contra os trabalhos de casa.Pronto já disse.
Já estou há algum tempo para escrever sobre este assunto.
Ontem foi o inicio de aulas de 2013 e o inicio de mais uma "maratona" de trabalhos de casa.
A TVI passou uma reportagem sobre o tema.
Tinha vários testemunhos, de pais, professores e especialistas.Podem ver tudo AQUI.
Aquela mãe tirou-me as palavras da boca.
Compreendo e respeito a opinião daquele professor como de todos os outros, aliás já aqui escrevi o quanto admiro o papel dos professores, o quanto são importantes e o quanto lhes agradeço por me ajudarem na educação das minhas filhas.
Mas adorei ouvir os especialistas!Eu não sou especialista, sou só mãe...
Só posso falar sobre as minhas filhas, sim também é verdade e outros pais terão outra opinião sobre os seus.
Sei que a questão dos trabalhos de casa é antiga e já gerou grandes debates e diferenças de opinião.
Sei que já se escreveu muito sobre este tema.
Sei que os professores tentam gerir as coisas o melhor que consegem, porque há pais contra e outros a favor.
Tento sempre falar baseada na minha experiência, sem querer estar a invadir o espaço ou a familia de ninguem.
Sei que tudo tem que ser feito com base num equilibrio, conta, peso e medida.Mas não podem tornar os trabalhos de casa facultativos?Conforme o aluno, conforme a opinião dos pais?
A questão é que eu gosto de estar com as minhas filhas.E se chego a casa depois do trabalho e não posso estar com elas por causa da imensidão de trabalho que têm não acho correcto, nem justo.Nem para mim , nem para elas.
Passar tempo a tentar ajudar nas dúvidas que têm nos trabalhos, é tempo passado com elas, não não é.
É a angústia de tentar ajudar para que interpretem da melhor maneira o que lhes é pedido com o cuidado de não lhes dar a resposta para que façam sozinhas.
É ver muitas vezes as horas a passarem e o cansaço tomar conta delas.A tomar conta de mim.
É ter que me dividir entre a Mónica e a Vera para não deixar de ajudar nenhuma, isto enquanto a Joana ainda não tem trabalhos...porque nessa altura vai ser x3.
As minhas filhas são perfeccionistas como eu.E querem fazer tudo o melhor que conseguirem.Para elas não existe o:não sabem deixam em branco.
Preferem tentar fazer mesmo que fique errado.
Elas passam o dia na escola, quando chegam a casa têm que ficar a fazer os trabalhos de casa até à hora de ir dormir, só parando para tomar banho e jantar?Aonde é que está o tempo para descontrair?Para brincar, para estar com os pais?
A Mónica, a mais velha, quando começou nesta "saga" dos trabalhos de casa, adoptou o meu conselho e fazia os trabalhos de casa mal chegava da escola, para poder ficar despachada.Isto no incio..mas vão ficando mais velhas e os trabalhos/estudos vão aumentando.Por isso a técnica de fazer mal chegasse a casa, não se tornou uma opção, mas sim uma obrigação, e mesmo assim há dias que tem que ficar a acabá-los mesmo depois da hora de ir para a cama.
A Vera já está no mesmo caminho, embora ainda em menos quantidade.
Quando chego a casa, aquilo que mais quero é estar com elas, em que eu não penso em mais nada e elas também não.Mas isso muitas vezes não acontece.
Já aconteceu termos coisas para fazer, programas familiares e elas não conseguirem fazer os trabalhos.Elas ficam completamente em pânico, eu escrevo na caderneta para explicar aos respectivos professores, o porquê de não os terem feito, mas sei que elas não ficam bem com elas próprias e sentem que falharam.
Percebo que os trabalhos façam parte do processo de um método de organização, de disciplina e responsábilidade.Mas não pode ser só nas horas em que estão na escola???
Não é bom também saberem diferenciar as horas de responsabilidade e as horas de lazer?
Nesta férias, elas fizeram o que fazem sempre, despacharam o trabalho de casa todo assim que chegaram a casa, depois do último dia de aulas.
Não é fácil conciliar o trabalho tendo-as durante duas semanas em casa, mas é maravilhoso, assim que consigo despachar tudo, estar com elas, sem horas, sem stresses e sem obrigações. Vê-las descontraidas e descansadas.Felizes.
A Mónica está no quinto ano e durante a época dos testes eu simplesmente não a "via".
Chegava, ia fazer os trabalhos, estudava, descia para jantar, mas só a pensar naquilo que ainda lhe faltava e lá ia para o quarto de novo, estudar até adormecer.
Tem 10 anos.Não é justo.Não houve um único dia, que não me apetecesse dizer-lhe que a "queria de volta", para largar tudo e estar connosco.Mas não podia.
E cumpri o meu papel de mãe e de educadora, ao dizer-lhe o quanto estava orgulhosa dela e do seu empenho.
Ontem começou tudo de novo.A Vera chegou feliz porque não tinha trabalhos, a Joana que ainda não tem, feliz por ter uma das manas para brincar.
A Mónica ficou a fazer trabalhos de casa até à hora do jantar.
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A TVI passou uma reportagem sobre o tema.
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Aquela mãe tirou-me as palavras da boca.
Compreendo e respeito a opinião daquele professor como de todos os outros, aliás já aqui escrevi o quanto admiro o papel dos professores, o quanto são importantes e o quanto lhes agradeço por me ajudarem na educação das minhas filhas.
Mas adorei ouvir os especialistas!Eu não sou especialista, sou só mãe...
Só posso falar sobre as minhas filhas, sim também é verdade e outros pais terão outra opinião sobre os seus.
Sei que a questão dos trabalhos de casa é antiga e já gerou grandes debates e diferenças de opinião.
Sei que já se escreveu muito sobre este tema.
Sei que os professores tentam gerir as coisas o melhor que consegem, porque há pais contra e outros a favor.
Tento sempre falar baseada na minha experiência, sem querer estar a invadir o espaço ou a familia de ninguem.
Sei que tudo tem que ser feito com base num equilibrio, conta, peso e medida.Mas não podem tornar os trabalhos de casa facultativos?Conforme o aluno, conforme a opinião dos pais?
A questão é que eu gosto de estar com as minhas filhas.E se chego a casa depois do trabalho e não posso estar com elas por causa da imensidão de trabalho que têm não acho correcto, nem justo.Nem para mim , nem para elas.
Passar tempo a tentar ajudar nas dúvidas que têm nos trabalhos, é tempo passado com elas, não não é.
É a angústia de tentar ajudar para que interpretem da melhor maneira o que lhes é pedido com o cuidado de não lhes dar a resposta para que façam sozinhas.
É ver muitas vezes as horas a passarem e o cansaço tomar conta delas.A tomar conta de mim.
É ter que me dividir entre a Mónica e a Vera para não deixar de ajudar nenhuma, isto enquanto a Joana ainda não tem trabalhos...porque nessa altura vai ser x3.
As minhas filhas são perfeccionistas como eu.E querem fazer tudo o melhor que conseguirem.Para elas não existe o:não sabem deixam em branco.
Preferem tentar fazer mesmo que fique errado.
Elas passam o dia na escola, quando chegam a casa têm que ficar a fazer os trabalhos de casa até à hora de ir dormir, só parando para tomar banho e jantar?Aonde é que está o tempo para descontrair?Para brincar, para estar com os pais?
A Mónica, a mais velha, quando começou nesta "saga" dos trabalhos de casa, adoptou o meu conselho e fazia os trabalhos de casa mal chegava da escola, para poder ficar despachada.Isto no incio..mas vão ficando mais velhas e os trabalhos/estudos vão aumentando.Por isso a técnica de fazer mal chegasse a casa, não se tornou uma opção, mas sim uma obrigação, e mesmo assim há dias que tem que ficar a acabá-los mesmo depois da hora de ir para a cama.
A Vera já está no mesmo caminho, embora ainda em menos quantidade.
Quando chego a casa, aquilo que mais quero é estar com elas, em que eu não penso em mais nada e elas também não.Mas isso muitas vezes não acontece.
Já aconteceu termos coisas para fazer, programas familiares e elas não conseguirem fazer os trabalhos.Elas ficam completamente em pânico, eu escrevo na caderneta para explicar aos respectivos professores, o porquê de não os terem feito, mas sei que elas não ficam bem com elas próprias e sentem que falharam.
Percebo que os trabalhos façam parte do processo de um método de organização, de disciplina e responsábilidade.Mas não pode ser só nas horas em que estão na escola???
Não é bom também saberem diferenciar as horas de responsabilidade e as horas de lazer?
Nesta férias, elas fizeram o que fazem sempre, despacharam o trabalho de casa todo assim que chegaram a casa, depois do último dia de aulas.
Não é fácil conciliar o trabalho tendo-as durante duas semanas em casa, mas é maravilhoso, assim que consigo despachar tudo, estar com elas, sem horas, sem stresses e sem obrigações. Vê-las descontraidas e descansadas.Felizes.
A Mónica está no quinto ano e durante a época dos testes eu simplesmente não a "via".
Chegava, ia fazer os trabalhos, estudava, descia para jantar, mas só a pensar naquilo que ainda lhe faltava e lá ia para o quarto de novo, estudar até adormecer.
Tem 10 anos.Não é justo.Não houve um único dia, que não me apetecesse dizer-lhe que a "queria de volta", para largar tudo e estar connosco.Mas não podia.
E cumpri o meu papel de mãe e de educadora, ao dizer-lhe o quanto estava orgulhosa dela e do seu empenho.
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03 janeiro 2013
Cá em casa comemoramos o inicio do ano.O nosso foi assim.....
Nunca liguei nenhuma à passagem de ano.
Lá volto eu a falar em datas, mas a verdade é que esta é mais uma data obrigatória...e para mim diversão não tem nada a ver com obrigação.
Antes de ter as minhas filhas, passava o ano em trabalho.Normalmente estava envolvida em festas de fim do ano e organizava tudo para que os convidados se divertissem.Estava sempre tão concentrada para que tudo corresse bem, que pouco me lembrava que estávamos a festejar a passagem do ano.
Desde que as minhas filhas nasceram faço questão de passar o ano tranquilamente em casa junto delas.
E digo-lhes sempre que não estamos a comemorar o final do ano, mas sim o inicio do novo.
E não há nada como estarmos os 5 juntos.Só nós.E essa é a minha grande comemoração.
Este ano não foi excepção, mais uma vez tive que fazer o papel de má da fita e dizer aos nossos amigos que tinha pena, mas que não queriamos estar com mais ninguém.
Continua a fazer muita confusão ao meu marido esta atitude, porque acha sempre que alguém pode levar a mal...se levaram a mal nunca tiveram coragem para me dizer...e eles já me conhecem, sou sincera, verdadeira e não faço fretes.Assumo isso sem qualquer problema e ao menos assim sabem sempre com o que é que contam.
E se organizo festas para outras pessoas, claro que faço questão que nada falhe também cá em casa!
Todos os anos compro um acessório novo para usarmos, este ano descobri umas bandoletes com smiles e não resisti!
Champagne e Champomix no frigorifico e copos de champagne em acrilico para não haver problemas.
Como não gostamos de passas, substituo pelas bolinhas para decorar os bolos e as velas de 2013 para espetar nos petiscos que temos na mesa.
Máquina preparada para as primeiras fotos dos 5 no inicio do ano e...
...LET'S GO 2013!!!
Momentos únicos.
A Joana nesta foto foi carregar no botão e não chegou a tempo...tentou "lançar-se" em voo como se pode ver...
Nesta o Filipe ia carregar no botão antes da última foto automática ter disparado...e foi apanhado assim...
(Ainda não me consegui parar de rir com estas duas últimas fotografias.)
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Lá volto eu a falar em datas, mas a verdade é que esta é mais uma data obrigatória...e para mim diversão não tem nada a ver com obrigação.
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Desde que as minhas filhas nasceram faço questão de passar o ano tranquilamente em casa junto delas.
E digo-lhes sempre que não estamos a comemorar o final do ano, mas sim o inicio do novo.
E não há nada como estarmos os 5 juntos.Só nós.E essa é a minha grande comemoração.
Continua a fazer muita confusão ao meu marido esta atitude, porque acha sempre que alguém pode levar a mal...se levaram a mal nunca tiveram coragem para me dizer...e eles já me conhecem, sou sincera, verdadeira e não faço fretes.Assumo isso sem qualquer problema e ao menos assim sabem sempre com o que é que contam.
E se organizo festas para outras pessoas, claro que faço questão que nada falhe também cá em casa!
Todos os anos compro um acessório novo para usarmos, este ano descobri umas bandoletes com smiles e não resisti!
Champagne e Champomix no frigorifico e copos de champagne em acrilico para não haver problemas.
Como não gostamos de passas, substituo pelas bolinhas para decorar os bolos e as velas de 2013 para espetar nos petiscos que temos na mesa.
Máquina preparada para as primeiras fotos dos 5 no inicio do ano e...
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Nesta o Filipe ia carregar no botão antes da última foto automática ter disparado...e foi apanhado assim...
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02 janeiro 2013
HAPPY NEW YEAR!!!
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