Ontem antes de ir para a cama, a minha filha Vera perguntou:Oh Mãe tenho andado a pensar numa coisa...como é que a Cátia(Casa dos Segredos) vai conseguir ajudar a filha nos trabalhos de casa?
Fiquei sem resposta.
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30 janeiro 2013
Concurso de ovos mexidos de Sábado à noite
Já tinhamos jantado, mas já estavam todas com desejos de alguma coisa.
Uma pedia uma coisa, outra pedia outra.As 3 estavam a pedir ovos mexidos que adoram.
O meu marido levanta-se e diz:Hoje vão ter a noção do trabalho que as coisas dão.
Não é a Mãe que vai fazer os ovos mexidos.São vocês!
Elas começaram a dizer, que não sabiam fazer, que iam ficar mal.
E o meu marido disse, pois é mas vão pelo menos tentar.
Vamos fazer um concurso para ver quais os ovos que ficam melhores.
O concurso era para a Mónica e a Vera.Eu, Filipe e Joana eramos o juri.
Sem qualquer ajuda prepararam a mesa com os ingredientes, os utensilios e puseram-se a postos.
1,2,3 e começaram!
O partir dos ovos que achei que seria o mais complicado até correu bem(sempre aprendem alguma coisa quando me estão a observar...).
Também não se esqueceram de nada relativamente a ingredientes e passaram para o lume(esta parte completamente supervisionada por nós).
E voilá!Ovos à La Mónica e à La Vera prontos para a consideração do Juri!
Enquanto eu e o meu marido iamos experimentado ora uma garfada de uns ora de outros para chegarmos a uma conclusão, a Joana não estava minimamente preocupada em avaliar os melhores, queria era comer os ovos mexidos e foi rapando primeiro a frigideira da Mónica e depois a da Vera, a dizer que estavam os dois óptimos.
Chegámos ao veredicto!A Mónica foi a vencedora porque consegui temperar melhor os ovos, mas a textura dos ovos da Vera estava melhor.
Conclusão:A Vera com 8 anos e a Mónica com 10 fizeram os seus primeiros ovos mexidos e estavam óptimos!
Lição:Cozinhar e conseguir que os alimentos fiquem no ponto, nas quantidades certas, com a melhor cozedura, não é assim tão fácil e para a próxima vez vão pensar duas vezes antes de começarem a "atirar" pedidos para o ar e esperar que as coisas apareçam prontas.
Melhor de tudo:Foi ver o nervosismo das duas conjugado com o excitamento de estarem a cozinhar pela primeira vez.Risota total para mais tarde recordar!
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29 janeiro 2013
book.me
Por causa do meu trabalho sempre tive que fazer várias sessões fotográficas.
Já fiz com os mais variados temas, roupas, maquilhagem, conceitos.
Desta vez fui desafiada pela book.me a fazer uma sessão para mim.
Porque é isso mesmo que a book.me faz.Fotografias que depois as pessoas podem usar para o fim que entenderem.
Decidi entregar-me completamente nas mãos da Madalena França, produtora da book.me e deixei que fosse ela a escolher o look.
Quem quiser uma sessão com a book.me pode escolher o look que quiser, até encarnar uma personagem de cinema!E não precisa de se preocupar com mais nada porque a book.me trata do resto!No fim ficam com 25 fotografias de cada look e um filme do making of!
Aceitei o desafio e lá fui!
Aqui ficam algumas das fotografias...
Para mais informações ou para darem uma olhada no portfólio é AQUI!
Já fiz com os mais variados temas, roupas, maquilhagem, conceitos.
Desta vez fui desafiada pela book.me a fazer uma sessão para mim.
Porque é isso mesmo que a book.me faz.Fotografias que depois as pessoas podem usar para o fim que entenderem.
Decidi entregar-me completamente nas mãos da Madalena França, produtora da book.me e deixei que fosse ela a escolher o look.
Quem quiser uma sessão com a book.me pode escolher o look que quiser, até encarnar uma personagem de cinema!E não precisa de se preocupar com mais nada porque a book.me trata do resto!No fim ficam com 25 fotografias de cada look e um filme do making of!
Aceitei o desafio e lá fui!
Aqui ficam algumas das fotografias...
Para mais informações ou para darem uma olhada no portfólio é AQUI!
Fotografia: Ricardo França
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28 janeiro 2013
E pronto a Joana já furou as orelhas...
No post sobre os furos das orelhas contei que a minha filha mais nova, a Joana andava a pedir-me para furar as orelhas, para ficar igual à mãe e igual às manas.
O medo de que ela sofresse foi-me fazendo adiar "a coisa".
Mas ontem quando ela nos foi acordar, perguntei-lhe:Então Joana vamos furar as orelhas?
Ela ficou feliz, começou a cantar e a dançar, foi contar às irmãs, obrigou-nos todos a arranjarmo-nos em segundos e lá fomos.
Pois é, chegámos à farmácia, lá ganhei coragem e ...não fui!
Foi o meu marido com ela, assim como tinha feito com a Mónica e com a Vera.
Eu fui dar uma volta com elas, de telefone na mão, ansiosa por noticias...
E o telefone lá tocou, era o meu marido e mais uma vez estava á espera que ele me dissesse que ela não tinha conseguido, que tinha desistido, chorado, chamado por mim, etc.
Mas não!Ela furou as orelhas e portou-se lindamenteeeeeeeeee!!!
Foram logo ter connosco, ela tinha um certificado de coragem na mão, que nos mostrou e os brincos "smile" que foi ela que escolheu.
Perguntei como é que tinha sido, e o meu marido contou que as duas senhoras da farmácia tinham furado as duas orelhas ao mesmo tempo.Que ela nem se mexeu e no fim só disse:
"Pronto, vamos embora Pai?"
É cá das minhas, vai lá faz o que tem a fazer e não quer mais conversa.
Á noite, antes de ir para a cama, foi ela que me lembrou de ir desinfectar os furos com alcool!
Cuidadosa e orgulhosa dos seus novos brincos.Prova superada!
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O medo de que ela sofresse foi-me fazendo adiar "a coisa".
Mas ontem quando ela nos foi acordar, perguntei-lhe:Então Joana vamos furar as orelhas?
Ela ficou feliz, começou a cantar e a dançar, foi contar às irmãs, obrigou-nos todos a arranjarmo-nos em segundos e lá fomos.
Pois é, chegámos à farmácia, lá ganhei coragem e ...não fui!
Foi o meu marido com ela, assim como tinha feito com a Mónica e com a Vera.
Eu fui dar uma volta com elas, de telefone na mão, ansiosa por noticias...
E o telefone lá tocou, era o meu marido e mais uma vez estava á espera que ele me dissesse que ela não tinha conseguido, que tinha desistido, chorado, chamado por mim, etc.
Mas não!Ela furou as orelhas e portou-se lindamenteeeeeeeeee!!!
Foram logo ter connosco, ela tinha um certificado de coragem na mão, que nos mostrou e os brincos "smile" que foi ela que escolheu.
Perguntei como é que tinha sido, e o meu marido contou que as duas senhoras da farmácia tinham furado as duas orelhas ao mesmo tempo.Que ela nem se mexeu e no fim só disse:
"Pronto, vamos embora Pai?"
É cá das minhas, vai lá faz o que tem a fazer e não quer mais conversa.
Á noite, antes de ir para a cama, foi ela que me lembrou de ir desinfectar os furos com alcool!
Cuidadosa e orgulhosa dos seus novos brincos.Prova superada!
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25 janeiro 2013
Como é que foi quando eu nasci mãe?
De vez em quando uma das minhas filhas lembra-se de perguntar este tipo de coisas.Normal.
As outras duas ficam logo de orelhas em pé, juntam-se à conversa e também querem que responda exactamente à mesmo pergunta sobre elas.
Ontem foi um desses dias.Foi um momento.Daqueles que fica gravado.Daqueles que elas também não vão esquecer.
Estava na hora de ir para a cama quando a Vera, minha filha do meio(que arranja sempre alguma coisa para tratar quando as mando para a cama, só para ver se ganha mais uns minutos antes de ir para o quarto...)faz essa pergunta.
A Joana já estava ao meu colo e ali ficou para ouvir a resposta que eu ia dar à Vera, mas a interrromper-me de 5 em 5 minutos a perguntar:e eu mãe, e eu mãe?
A Mónica que tinha interrompido os estudos para me vir dar beijinhos de boa noite, apanhou a pergunta e sentou-se logo no chão à minha frente.
Tenho pena de não ter tirado uma fotografia daquele momento, mas é daqueles que não se interrompe(mesmo para uma chata como eu que pára tudo para ir buscar a máquina) e lá comecei a história de como foi o nascimento de cada uma delas.
Quiseram saber tudo, desde o momento em que soube que estava grávida delas, ao momento de ir para o hospital, relativamente ao parto em si, etc.
Riram-se claro, com a diferença de filha para filha.
Com a Mónica estive 12 horas em trabalho de parto, com a Vera duas e com a Joana 5 minutos...
Depois claro veio a parte que mais estavam a achar graça...a parte das visitas.
Tive que levar as coisas para o lado cómico, para nunca me culparei de ter "enxutado" as visitas nos respectivos nascimentos.
Da Mónica, expliquei que tinha tido um acesso de fúria no hospital com a barulheira das pessoas, dos telemoveis, das fotografias, e que tinha dado um berro e posto toda a gente na rua.
Contei que quando chegámos a casa, as visitas continuavam a inisitir e a tocar à campainha como se não houvesse amanhã.
Ataque de fúria 2-arranquei a campainha e desliguei os telefones.
Com a Vera, pedi ao Pai dela para não avisar absolutamente ninguém que estávamos a ir para o Hospital para a Vera nascer.
Só avisámos quando estávamos a prepararmo-nos para sair do Hospital para ir para casa, para não dar tempo para ninguém aparecer.
Deu tempo para do caminho do hospital para casa, se posicionarem em nossa casa, onde estavam à nossa espera...
Contei que a Mónica(que tinha um ano e meio quando a Vera nasceu), não achou graça nenhuma estarem ali na casa dela a "adorarem" outro bebe e foi buscar o comando da televisão para lhe dar na cabeça.
Depois durante 3 meses ignorou-a simplesmente.Passava pelo berço dela e nem olhava para ela.
Com a Joana, tive a coragem de falar abertamente com as pessoas e assumir sem qualquer problema que ODEIO VISITAS e pedi para me respeitarem, que tinham tempo para ver a Joana, não precisavam de se "encavalitarem" todos para ver o novo bebe.
Ninguém me respeitou.
Apareceu tudo no hospital na mesma.
E quem não apareceu ligou para o quarto para dar os parabéns.
Ou mandou flores, e a enfermeira entrava de 5 em 5 minutos para entregar as flores e a casa de banho, onde as mandava pôr, parecia o Horto do Campo Grande.
Não quero parecer insensivel e sei que a intenção é sempre a melhor, sem dúvida.
Mas eu gosto mesmo de viver aquele momento tão especial em paz.
Não me condenem por não o querer partilhar logo na altura, quando eu própria ainda não o disfrutei!
Contei à Joana, a reacção da Mónica e da Vera quando a viram, que a Mónica ficou a fazer-lhe festinhas o tempo todo, e a Vera primeiro não lhe ligou e depois veio enrolar-se a mim(como se dissesse que não queria deixar de ser o meu bebe).
Quando percebeu que ia ser sempre o meu bebe por mais irmãos que tivesse, "atirou-se" à joana e nunca mais a largou.
(Reparem na cara da Vera...)
Contei-lhes também que em todos os nascimentos só dormi uma noite no hospital.
O ambiente hospitalar faz-me muita confusão, sempre fez.
Faz-me sempre lembrar doenças e internamentos.Momentos tristes.
Acho mesmo que a única coisa positiva(para além das pessoas se irem curar, mas o internamento não deixa de ser por causa de algo negativo que aconteceu) que se vai fazer a um hospital é ter bebes.
Por isso quanto menos tempo lá estiver melhor.
Da Mónica e da Vera não houve qualquer problema, mal fez as 24h já estava eu vestida de mala pronta à espera do papel da alta.
Da Joana, tinha saido uma nova regra de que os bebes só podiam sair 48h depois.
Chamei a minha médica, a pediatra, e pedi-lhes por tudo que me deixassem ir dormir a casa, que no dia seguinte voltava para elas verem a Joana.Não estava fácil...
Mas consegui!Mesmo se não conseguisse acho que fugia...
E pronto, depois desta história, com as 3 em cima de mim completamente concentradas a ouvirem-me, elas lá foram para a cama, com um sorriso na cara.Tão bom.
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As outras duas ficam logo de orelhas em pé, juntam-se à conversa e também querem que responda exactamente à mesmo pergunta sobre elas.
Ontem foi um desses dias.Foi um momento.Daqueles que fica gravado.Daqueles que elas também não vão esquecer.
Estava na hora de ir para a cama quando a Vera, minha filha do meio(que arranja sempre alguma coisa para tratar quando as mando para a cama, só para ver se ganha mais uns minutos antes de ir para o quarto...)faz essa pergunta.
A Joana já estava ao meu colo e ali ficou para ouvir a resposta que eu ia dar à Vera, mas a interrromper-me de 5 em 5 minutos a perguntar:e eu mãe, e eu mãe?
A Mónica que tinha interrompido os estudos para me vir dar beijinhos de boa noite, apanhou a pergunta e sentou-se logo no chão à minha frente.
Tenho pena de não ter tirado uma fotografia daquele momento, mas é daqueles que não se interrompe(mesmo para uma chata como eu que pára tudo para ir buscar a máquina) e lá comecei a história de como foi o nascimento de cada uma delas.
Quiseram saber tudo, desde o momento em que soube que estava grávida delas, ao momento de ir para o hospital, relativamente ao parto em si, etc.
Riram-se claro, com a diferença de filha para filha.
Com a Mónica estive 12 horas em trabalho de parto, com a Vera duas e com a Joana 5 minutos...
Tive que levar as coisas para o lado cómico, para nunca me culparei de ter "enxutado" as visitas nos respectivos nascimentos.
Da Mónica, expliquei que tinha tido um acesso de fúria no hospital com a barulheira das pessoas, dos telemoveis, das fotografias, e que tinha dado um berro e posto toda a gente na rua.
Contei que quando chegámos a casa, as visitas continuavam a inisitir e a tocar à campainha como se não houvesse amanhã.
Ataque de fúria 2-arranquei a campainha e desliguei os telefones.
Com a Vera, pedi ao Pai dela para não avisar absolutamente ninguém que estávamos a ir para o Hospital para a Vera nascer.
Só avisámos quando estávamos a prepararmo-nos para sair do Hospital para ir para casa, para não dar tempo para ninguém aparecer.
Deu tempo para do caminho do hospital para casa, se posicionarem em nossa casa, onde estavam à nossa espera...
Contei que a Mónica(que tinha um ano e meio quando a Vera nasceu), não achou graça nenhuma estarem ali na casa dela a "adorarem" outro bebe e foi buscar o comando da televisão para lhe dar na cabeça.
Depois durante 3 meses ignorou-a simplesmente.Passava pelo berço dela e nem olhava para ela.
Com a Joana, tive a coragem de falar abertamente com as pessoas e assumir sem qualquer problema que ODEIO VISITAS e pedi para me respeitarem, que tinham tempo para ver a Joana, não precisavam de se "encavalitarem" todos para ver o novo bebe.
Ninguém me respeitou.
Apareceu tudo no hospital na mesma.
E quem não apareceu ligou para o quarto para dar os parabéns.
Ou mandou flores, e a enfermeira entrava de 5 em 5 minutos para entregar as flores e a casa de banho, onde as mandava pôr, parecia o Horto do Campo Grande.
Não quero parecer insensivel e sei que a intenção é sempre a melhor, sem dúvida.
Mas eu gosto mesmo de viver aquele momento tão especial em paz.
Não me condenem por não o querer partilhar logo na altura, quando eu própria ainda não o disfrutei!
Contei à Joana, a reacção da Mónica e da Vera quando a viram, que a Mónica ficou a fazer-lhe festinhas o tempo todo, e a Vera primeiro não lhe ligou e depois veio enrolar-se a mim(como se dissesse que não queria deixar de ser o meu bebe).
Quando percebeu que ia ser sempre o meu bebe por mais irmãos que tivesse, "atirou-se" à joana e nunca mais a largou.
(Reparem na cara da Vera...)
Contei-lhes também que em todos os nascimentos só dormi uma noite no hospital.
O ambiente hospitalar faz-me muita confusão, sempre fez.
Faz-me sempre lembrar doenças e internamentos.Momentos tristes.
Acho mesmo que a única coisa positiva(para além das pessoas se irem curar, mas o internamento não deixa de ser por causa de algo negativo que aconteceu) que se vai fazer a um hospital é ter bebes.
Por isso quanto menos tempo lá estiver melhor.
Da Mónica e da Vera não houve qualquer problema, mal fez as 24h já estava eu vestida de mala pronta à espera do papel da alta.
Da Joana, tinha saido uma nova regra de que os bebes só podiam sair 48h depois.
Chamei a minha médica, a pediatra, e pedi-lhes por tudo que me deixassem ir dormir a casa, que no dia seguinte voltava para elas verem a Joana.Não estava fácil...
Mas consegui!Mesmo se não conseguisse acho que fugia...
E pronto, depois desta história, com as 3 em cima de mim completamente concentradas a ouvirem-me, elas lá foram para a cama, com um sorriso na cara.Tão bom.
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23 janeiro 2013
Arroz Doce
Há uns tempos escrevi um post sobre sopa da Pedra, um dos "pratos" preferidos do meu marido.
Contei o meu truque de poder ter sempre uma sopa da pedra pronta em dois minutos.
Agora vou contar outro...este o meu marido não sabe...mas vai ficar a saber a partir de agora.
A sua sobremesa preferida é Arroz Doce.
Gosto muito de cozinhar, mas acho que há coisas que têm que ser muito bem feitas para ficarem mesmo boas.
Consigo fazer arroz doce, mas umas vezes fica mais "empapado" outras o sabor não fica no ponto.
Enfim, acho que o arroz doce quando é bom, é muito bom, quando é mau é muito mau.
Tinhamos um jantar em casa e como sempre em cima da hora, estava eu no supermercado a comprar as coisas, o meu marido liga-me e diz:Sabes o que podias fazer para a sobremesa?(como se eu não soubesse..), podias fazer Arroz Doce...
A vontade que tive(e que tenho muitas vezes) foi de lhe dizer, que ainda me faltava preparar imensas coisas, que o arroz doce demorava tempo e dedicação, etc.
Teve a sorte de me apanhar bem disposta e lá lhe disse que sim.
Num dos corredores do supermercado vejo umas embalagens que nunca tinha visto...Parei para ver melhor(não estivesse eu com alucinações) e não é que estava precisamente à minha frente uma embalagem de arroz doce instântaneo!Não era bem instântaneo...é um "preparado" para Arroz Doce.Ao qual se junta leite e arroz.
Nada como experimentar!Era arriscado ainda por cima com convidados em casa...
Sem medos lá fiz o arroz doce.
E sabem que mais?Foi um sucesso!!!O meu marido experimentou e disse:Foi o melhor arroz doce que já fizeste!É o melhor que já alguma vez comi!!Que maravilha!Está mesmo no ponto!
Não consegui dizer que era instântaneo(preparado)...sim é horrivel...agradeci os elogios, quando o grande feito que consegui foi ter posto bem as quantidades e seguido as "instruções" que vinham na embalagem.
Hoje vou fazer outra vez arroz doce para a sobremesa.Se o meu marido não ler este post entretanto...mostro-lhe a embalagem ao jantar....prometo...
Para acompanhar o MAPSHOW é AQUI!
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Agora vou contar outro...este o meu marido não sabe...mas vai ficar a saber a partir de agora.
A sua sobremesa preferida é Arroz Doce.
Gosto muito de cozinhar, mas acho que há coisas que têm que ser muito bem feitas para ficarem mesmo boas.
Consigo fazer arroz doce, mas umas vezes fica mais "empapado" outras o sabor não fica no ponto.
Enfim, acho que o arroz doce quando é bom, é muito bom, quando é mau é muito mau.
Tinhamos um jantar em casa e como sempre em cima da hora, estava eu no supermercado a comprar as coisas, o meu marido liga-me e diz:Sabes o que podias fazer para a sobremesa?(como se eu não soubesse..), podias fazer Arroz Doce...
A vontade que tive(e que tenho muitas vezes) foi de lhe dizer, que ainda me faltava preparar imensas coisas, que o arroz doce demorava tempo e dedicação, etc.
Teve a sorte de me apanhar bem disposta e lá lhe disse que sim.
Num dos corredores do supermercado vejo umas embalagens que nunca tinha visto...Parei para ver melhor(não estivesse eu com alucinações) e não é que estava precisamente à minha frente uma embalagem de arroz doce instântaneo!Não era bem instântaneo...é um "preparado" para Arroz Doce.Ao qual se junta leite e arroz.
Nada como experimentar!Era arriscado ainda por cima com convidados em casa...
Sem medos lá fiz o arroz doce.
E sabem que mais?Foi um sucesso!!!O meu marido experimentou e disse:Foi o melhor arroz doce que já fizeste!É o melhor que já alguma vez comi!!Que maravilha!Está mesmo no ponto!
Não consegui dizer que era instântaneo(preparado)...sim é horrivel...agradeci os elogios, quando o grande feito que consegui foi ter posto bem as quantidades e seguido as "instruções" que vinham na embalagem.
Hoje vou fazer outra vez arroz doce para a sobremesa.Se o meu marido não ler este post entretanto...mostro-lhe a embalagem ao jantar....prometo...
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