21 junho 2013

Colecção JUST ME-Marta Aragão Pinto by PAMPA MIA-Um exclusivo MAPSHOW

Pois é...
Era esta a novidade.
Foi nesta colecção que andei a trabalhar juntamente com a Pampa Mia.

JUST ME é uma colecção escolhida ao pormenor.É uma colecção de nomes, palavras, frases, de sentimentos, de emoções, de momentos.

Sempre gostei que os meus acessórios contassem alguma história, me recordassem algum momento, que significassem alguma coisa.

Esta colecção foi pensada nesse sentido e com o talento e arte da PAMPA MIA nasceu a JUST ME.Porque todas nós somos únicas e porque todas nós merecemos peças também únicas e feitas com amor...

Esta imagem estará sempre no MAPSHOW, e basta clicarem para irem directas para o FACEBOOK DA PAMPA MIA, onde poderão ver todas as novidades, novas peças da colecção e fazerem as encomendas que desejarem!


Espero que gostem desta colecção tanto quanto eu.E que as peças que escolherem também contem um bocadinho da vossa história.

Vou actualizando este post à medida que forem saindo peças novas, para vos dar a possibilidade de também por aqui poderem acompanhar as novidades da colecção.

Dream it. Wish it. Do it.

Aqui ficam!







































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20 junho 2013

20 de junho de 2007...6 anos...



Hoje eu e o Filipe comemoramos 6 anos de namoro.Foi neste dia, há 6 anos atrás que comecámos a namorar "oficialmente".Foi neste dia que tivemos A CONVERSA.Que decidimos acreditar sem medos.Que decidimos arriscar.Que decidimos Viver.


Na altura escrevi este texto chamado SURPRESAS DA VIDA e que explica tão bem o que me ia na alma...

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19 junho 2013

Vou ter novidades para contar em breve...











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O nome MAPSHOW...

Já estou para escrever este post há algum tempo...e secalhar devia ter escrito mal comecei o blogue...

O nome deste blogue tem causado algumas dúvidas...

A primeira ideia que as pessoas têm, é que é um blogue que tem a ver com mapas, outras perguntam se é um género de mapas/agenda dos meus eventos e outras acham que foi um nome que decidi simplesmente inventar...

Mas não...podia ter dado inúmeros nomes ao blogue e confesso que há blogues com nomes bem originais.

Eu, ao contrário do que se possa pensar, não perdi muito tempo, ou melhor não perdi tempo nenhum a pensar no nome do blogue, quando pensei em fazer o blogue, o nome surgiu de imediato.

O blogue sou eu.É a minha vida.São os meus momentos.Seja como mulher, como mãe, como profissional, como amiga, como dona de casa, como ser humano, como pessoa.

São os meus pensamentos, as minhas partilhas, as minhas dicas, as minhas sugestões, as minhas opiniões, os meus textos sobre tudo e sobre nada.

É o "show" da vida.Neste caso da minha vida.Daí o nome.
MAP-As iniciais do meu nome-Marta Aragão Pinto e a elas juntem SHOW.
Nasceu o MAPSHOW.

E depois acrecentei uma frase que me "acompanha" desde sempre:Dream it.Wish it.Do it.
Porque é muito bom sonhar, é muito bom desejar, mas não há nada melhor do que deitar mãos à obra e fazer.Este blogue é um exemplo disso.



Aproveito este post para agradecer a todos os meus leitores, a todos os que me acompanham, a todos os que deixam os seus comentários, as suas opiniões, as suas sugestões.

É com estas partilhas que todos ficamos a ganhar.Que todos enriquecemos, que todos tocamos na vida uns dos outros.
Sinto que o grande propósito do blogue é atingido, porque chego a pessoas que de outra maneira não chegaria, chego a pessoas que naquele preciso momento precisam de ler exactamente aquilo.

E este é sem dúvida um dos grandes poderes dos blogues, aproximarmo-nos uns dos outros através de partilhas que de outra maneira só eram conhecidas no nosso circulo pessoal.

Obrigada!

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18 junho 2013

Piroseiras tipicas....

A minha filha mais velha, a Mónica já está de férias.
Estive a ver imensas possibilidades de coisas para ela fazer, mas ela só me dizia que queria ficar em casa.

É o primeiro ano que acaba tão cedo as aulas, porque no colégio antigo, onde ainda estão as duas mais novas há actividades até ao fim de Julho e elas adoram.

Ontem no meio da azáfama do dia, marquei cabeleireiro(já aqui confidenciei que só vou ao cabeleireiro em casos "extremos", e por mais que saiba que tenho uma equipa maravilhosa à minha espera no ABSOLUTLOOK, acabo muitas vezes por "despachar" o cabelo e unhas em casa por falta de tempo).

Ontem era uma caso extremo...cabelo a precisar de ser pintado e unhas de pés e mãos a chamarem aos gritos por uma ida ao cabeleireiro.

Decidi levar a Mónica comigo, sempre me fazia a ida ao cabeleireiro menos dolorosa para a minha cabeça( nas horas que lá estou só penso nas coisas que eu poderia estar a despachar naquele tempo...).

Depois adoro o resultado final(adorei a côr e os tons que o Camilo conseguiu "fazer"-gosto de ter um tom mais escuro no inverno e mais claro no verão, e tive mesmo que desistir que o verão chegasse e avançar sem medos)-tenho que conseguir tirar uma foto de jeito para se conseguirem ver os tons e pôr aqui para vos mostrar.

Digo sempre quando saio:Prometo que agora venho mais vezes...e eles devem pensar:vamos ver...

A Mónica decidiu arranjar também as mãos.
Não gosto particularmente de as ver de unhas pintadas...acho que têm tempo para isso, por isso pedi à Camila do Absolutlook para lhe fazer uma "pintura" de criança(por mais que ela se considere já uma pré adolescente...).

E foi este o resultado.


Claro que sabia que ao chegar a casa ia ter um motim das outras duas por não terem também vindo comigo e iam logo dizer que se ficar em casa nas férias é sinónimo de andar no cabeleireiro com a mãe então "bora lá" não ir às actividades do colégio e ficar em casa!

Tive que dizer que era um dia especial, a comemoração do primeiro dia de férias da Mónica, porque os restantes dias não iam ser assim...pelo menos até eu e o Filipe estarmos de férias também.

Comprei uns ganchos e pinturas faciais para a Joana e umas unhas postiças para a Vera e quando chegámos a casa dissemos que queriamos que elas também participassem na comemoração.




Nem houve tempo para pensarem em motins, ficaram felizes e contentes e lá se puseram a brincar e a comemorar as três.

(Se a Vera ler este post estou feita...)

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17 junho 2013

A ver as estrelas-Lauren Bacall by Miguel Monteiro

 



Junho de 1993. Era a época áurea do Festróia por onde desfilavam os grandes de uma velha Hollywood que tinha os seus dias contados. Olhos para trás e guardo momentos inesquecíveis. O bagaço bebido com Robert Mitchum numa festa típica alentejana. O autarca de Grândola a abraçar Kirk Douglas e a dizer-lhe que também ele foi uma “luz de liberdade no longo túnel da noite fascista”! A boa disposição constante de Mickey Rooney ou o glamour inesquecível de Jane Russell, que guardarei para outra crónica.

            Neste Junho de 1993 a estrela convidada foi Lauren Bacall que mal aterrou no aeroporto espalhou o seu sarcasmo e o seu peculiar sentido de humor. Quando uma jornalista lhe perguntou que significado tinha para si receber o Golfinho de Ouro do festival, Bacall – nunca premiada com um Óscar, vencedora de dois Tonys, de um National Book Award e acabada de ser homenageada em Hollywood com o Cecil B. DeMille Award da Associação da Imprensa Estrangeira – respondeu sem um segundo de hesitação: “Sempre foi o sonho de toda a minha vida”!


            Quando veio a Portugal, Bacall estava mais dedicada ao teatro e à televisão. Tinha acabado de rodar o tele-filme “The Portrait”,de Arthur Penn, com o velho amigo Gregory Peck. “Diverti-me imenso durante a rodagem e tive um papel maravilhoso”. Assunto arrumado, logo no inicio da entrevista. Mas primeiro, o mais importante. Para uma estrela como Lauren Bacall, uma conversa para televisão é um momento de trabalho em que nada pode ser deixado ao acaso. Esta entrevista para a SIC não escapou à regra. A iluminação, o som, e sobretudo o plano da câmara, foram controlados pela sua assistente. Como se Lauren Bacall alguma vez pudesse estar mal num plano de uma câmara.

            "Tudo o que sabia de cinema era o Leslie Howard e a Bette Davis". Assim começa a actriz a sua autobiografia “By Myself”. E foi para a Hollywood dos anos 30 e 40 que a conversa rapidamente seguiu: Ah! Sim! A Bette Davis...eu queria ser a Bette Davis...Adorava-a. Representava todos os papeis dela, andava como ela, imitava-a sempre...E o Leslie Howard...tinha uma enorme paixão por ele. Era um actor maravilhoso...mas nunca o cheguei a conhecer. Ele foi um grande amigo do Bogey...Morreu na Segunda Guerra, num desastre de avião...”.
 
E sabia Lauren que Howard morreu quando o avião em que viajava de Lisboa para Londres foi abatido? “Era Lisboa ? Que estranho...que horror...bom, eu não vou de Lisboa para Londres, mas vim de Londres para Lisboa...(gargalhada)”. Está safa, pensei eu e pensou ela, com mais gargalhadas.


            Nessa edição do Festival de Cinema de Tróia, Lauren Bacal foi homenageada com a exibição do filme “À Beira do Abismo” e apesar de a actriz insistir várias vezes na frase “Tive uma vida para além de Bogart”, a pergunta sobre as memórias que guardava dessa rodagem era inevitável: “Lembro-me que o Raymond Chandler apareceu no estúdio. Ele escreveu o livro. Como sabe o filme é maravilhoso, é um grande filme...mas ninguém percebe muito bem a história... (risos) Acontece tanta coisa, há tantos personagens, que é um bocado difícil de entender aquilo tudo...e lembro-me que perguntámos ao Chandler qualquer coisa sobre um personagem...e ele também não sabia o que responder...(risos) Foi divertido. O William Faulkner trabalhou no guião. Um dia ele apareceu lá com uma cena nova que tinha escrito e foi mostrá-la ao Hawks. Depois o Hawks, com um ar estranho, mostrou-a ao Bogey e a mim, porque eram duas páginas de um monólogo de uma personagem.... E então com aquela escrita densa como ele tinha. Pura e simplesmente não se podia escrever assim para cinema. Está a ver a chatice que era um só personagem a falar meia hora num ecrã”

            Howard Hawks, Raymond Chandler, William Faulkner, ,nomes imortais que povoam a filmografia e a vida de Lauren Bacall. Como John Huston, Vincente Minnelli, Douglas Sirk ou Michael Curtiz. Mas o seu nome jamais será dissociado de um outro ainda maior: Himphrey Bogart. Um nome que nos anos 90, como hoje, continua a provocar reacções diferentes à actriz: “Toda a gente me fala dele. Mas não só dele. Porque eu tive uma vida sem ele. É muito tempo., ele morreu nos anos 50! Mas hoje continua muito vivo por causa do seu trabalho. Claro que foi uma grande parte da minha vida, uma parte maravilhosa e foi, das minhas vidas privadas, a melhor que tive. Portanto é natural que ele faça sempre parte de mim. Mas não penso sobre isso. Eu tive outra relações que foram boas, algumas excelentes…Tive muitas outras experiências. Enfim, a minha vida sentimental não é só o Bogey. Você faz perguntas sobre ele - os jornalistas todos fazem perguntas sobre ele - porque é ainda uma grande estrela e eu estou associada a ele. Como deveria estar. Mas não se esqueça que eu tenho outra parte da minha vida e da minha carreira que não tem nada a ver com isso.”


            E teve Jason Robards, e teve filhos de ambos e teve uma carreira depois desta entrevista, onde foi dirigida por pessoas tão diferentes como Robert Altman, Lars Von Trier ou Natalie Portman. Com o seu papel em “As Duas Faces do Espelho” de Barbra Streisand foi nomeada finalmente para um Óscar, que perdeu para Juliette Binoche. Mas em 2009 recebeu a estatueta que mais desejou toda a sua vida. Um Óscar honorário que está escondido no seu apartamento do Dakota Building de Nova Iorque. Tanto tempo à espera e agora, quem a visitar, não encontrará o Oscar em sua casa. Bacall ensaiou o discurso décadas a fio, mas a sua noite de glória foi também uma noite que quer esquecer: “Tantos anos à espera e quando subi ao palco só falei do Bogey. Esqueci-me do Jason. Não falei dos meus filhos. Só o Bogey! E isso foi terrível”, confessou a uma jornalista da Vanity Fair.

            A caminho dos 89 anos, que celebrará a 16 de Setembro, Lauren Bacall mantém hoje os mesmos sonhos que me contou nesse mês de Junho de 1993. O sonho de trabalhar com Martin Scorsese, “um realizador fantástico, o melhor dos americanos…E há estrangeiros tão bons, o Stephen Frears, por exemplo”. E com a sua vitalidade, poucos duvidam que a sua carreira de 69 anos ainda não tenha chegado ao fim.
                                         
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